Hoje acordei com essa música na cabeça....
Sabe quando você abre os olhos e ela já começa a tocar lá na mente?
Fazia muito tempo que eu não a ouvia, nos anos 80 tocou muito nas rádios, bons tempos aqueles em que as rádios tocavam MPB da melhor qualidade!
Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão de meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!
Não vejo nada assim enlouquecida…
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!
“Tudo no mundo é frágil, tudo passa…”
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!
E, olhos postos em ti, vivo de rastros:
“Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: princípio e fim!…”
Criei esse blog pela necessidade que tenho de "dividir" as músicas, as poesias e outras maluquices que ficam zigue-zagueando na minha cabeça! Sempre digo que o que é belo tem que ser compartilhado. Fiquem à vontade se quiserem comentar,eu vou adorar, mas não se sintam na obrigação disso! Beijos e carinhos em todos!!!
sábado, 4 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
ROSA PASSOS
Devo confessar que não conheço muito o trabalho da Rosa Passos, mas a sua voz me encanta...muito serena e suave!
Pesquisei um pouquinho da sua biografia, mas quero mesmo é deixar registradas algumas músicas muito gostosas de ouvir...
"Baiana de Salvador, Rosa Passos estudou primeiro o piano e na adolescência, depois que entrou em contato com a obra de João Gilberto, fez sua opção pelo violão. Sua estréia em termos profissionais foi em 1968, na TV Tupi de Salvador.
Já como compositora, participou na década de setenta de festivais de música, ganhando o primeiro prêmio em 1972 com "Mutilados". Em 1979 lançou pela Chantecler o álbum "Recriação", que além de composições próprias tem outras em parceria com Fernando de Oliveira.
Nos anos 80, já residindo em Brasília, passou a investir em sua carreira profissional, mas só a partir do álbum "Curare" em 1991, é que ela deslanchou. É nele que Rosa Passos se aproxima do repertório de bossa nova, gravando nesse trabalho "Dindi", "A Felicidade", "Só Danço Samba" e outras.
Já em 1972 ela participa do show "Chega de Saudade", dedicado à bossa nova, numa produção de Mièle e Bôscoli, percorrendo as principais cidades brasileiras. Durante os anos noventa passou a gravar outros discos em tributo a grandes compositores brasileiros, bem como a mostrar seu trabalho como compositora de sambas, salsas e boleros.
Em 2004 está lançando via Sony Classical, o cd "Amorosa", em homenagem ao seu ídolo João Gilberto, que já tinha sido lançado no exterior. Segundo Rosa Passos, "cada vez mais sou reconhecida lá fora como uma cantora de jazz". Um cantora brasileira com mais fama internacional, pelos seus méritos técnicos e artísticos."
Pesquisei um pouquinho da sua biografia, mas quero mesmo é deixar registradas algumas músicas muito gostosas de ouvir...
"Baiana de Salvador, Rosa Passos estudou primeiro o piano e na adolescência, depois que entrou em contato com a obra de João Gilberto, fez sua opção pelo violão. Sua estréia em termos profissionais foi em 1968, na TV Tupi de Salvador.
Já como compositora, participou na década de setenta de festivais de música, ganhando o primeiro prêmio em 1972 com "Mutilados". Em 1979 lançou pela Chantecler o álbum "Recriação", que além de composições próprias tem outras em parceria com Fernando de Oliveira.
Nos anos 80, já residindo em Brasília, passou a investir em sua carreira profissional, mas só a partir do álbum "Curare" em 1991, é que ela deslanchou. É nele que Rosa Passos se aproxima do repertório de bossa nova, gravando nesse trabalho "Dindi", "A Felicidade", "Só Danço Samba" e outras.
Já em 1972 ela participa do show "Chega de Saudade", dedicado à bossa nova, numa produção de Mièle e Bôscoli, percorrendo as principais cidades brasileiras. Durante os anos noventa passou a gravar outros discos em tributo a grandes compositores brasileiros, bem como a mostrar seu trabalho como compositora de sambas, salsas e boleros.
Em 2004 está lançando via Sony Classical, o cd "Amorosa", em homenagem ao seu ídolo João Gilberto, que já tinha sido lançado no exterior. Segundo Rosa Passos, "cada vez mais sou reconhecida lá fora como uma cantora de jazz". Um cantora brasileira com mais fama internacional, pelos seus méritos técnicos e artísticos."
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
ZIZI POSSI NO TOM JAZZ - 21/08/2010
Foi um show lindo, lindo de viver!
ZZ está cada vez melhor...
Sentada ali pertinho do palco, rodeada de amigos, em muitos momentos fechei os olhos e agradeci por estar lá!
ZZ me pareceu mais madura, mais centrada, mais espiritualizada dando um sentido a mais em cada canção.
Mais um show que guardarei na alma...para sempre e mais um dia!!!
ZZ está cada vez melhor...
Sentada ali pertinho do palco, rodeada de amigos, em muitos momentos fechei os olhos e agradeci por estar lá!
ZZ me pareceu mais madura, mais centrada, mais espiritualizada dando um sentido a mais em cada canção.
Mais um show que guardarei na alma...para sempre e mais um dia!!!
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
PARABÉNS LEOZINHO!!!!!!

Filho, hoje você faz 7 anos!
Ainda me lembro e sinto você dentro de mim se mexendo prá lá e prá cá...
Naquela época eu ainda não imaginava que você continuaria prá lá e prá cá o tempo todo nos deixando loucos e cansados só de olhar...um verdadeiro furacão dentro de casa.
Leozinho, você é a minha alegria de todos os dias!
Você me mostrou o que é o amor incondicional...
Agradeço a Deus todos os dias por ter me enviado você como o filho que terei que cuidar, educar e amar por toda a minha vida.
TE AMO MUITO!!!
Que Deus te proteja e ilumine hoje e sempre...
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
JAMIE CULLUM
Esse menino é muito bom!
Toca e canta como gente grande...ele só tem 30 anos!
Abaixo um pouco de sua biografia e alguns vídeos que nem eu conhecia!
Espero que vocês curtam!
Beijos
"Seu carisma e desenvoltura no palco são surpreendentes. Suas apresentações ao vivo têm um toque performático, com Cullum batucando e martelando o seu piano, dando um ar arrojado e rebelde ao seu show. Seu disco Twentysomenthing vendeu mais de 2 milhões de cópias no mundo inteiro, tornando-se um dos álbuns de estréia mais bem sucedidos da história do gênero. No Brasil ele também é sucesso, e uma de suas canções, ´Mind Trick´, estava na trilha sonora da novela ´Belíssima´.
Nascido em Essex e criado em Wiltshire (Inglaterra), Cullum sempre foi obcecado desde a infância por todos os estilos de música, mas descobriu o jazz durante a adolescência e ficou fascinado na primeira vez que ouviu Miles Davis. Quando foi para a faculdade, Jamie trabalhava como cantor-pianista em pubs, hotéis, cruzeiros marítimos, e em qualquer outro lugar onde fosse contratado. Com um empréstimo estudantil, gravou seu primeiro álbum, que ele mesmo vendia nos locais onde se apresentava.
Jamie mudou-se para Londres e a Candid, um selo especializado em jazz, lançou seu segundo álbum, Pointless Nostalgic, agitando os círculos de jazz londrinos. Jamie seguia fazendo shows em todos os lugares possíveis até que a Universal Classics and Jazz foi conferir a movimentação em torno de seu nome. Pouco depois, assinou com Jamie um contrato de um milhão de libras, em abril de 2003.
Mesmo assim, ninguém poderia ter previsto que Twentysomething, (lançado em outubro de 2003) chegaria tão longe. Derrubando as barreiras entre o pop e o jazz, o álbum misturou arranjos tipicamente jazzísticos com algumas composições de Jamie, além de surpreendentes releituras para Jimi Hendrix e Jeff Buckley. Em poucos meses, dois milhões e meio de discos haviam sido vendidos, fazendo de Twentysomething o álbum de jazz que vendeu mais rapidamente na história da Grã-Bretanha, além de fazer o próprio Jamie o cantor de jazz mais vendido no reino.
Logo depois vieram os Estados Unidos. Jamie tocou por três semanas em um famoso local tradicional de jazz em Nova York e saiu numa turnê de seis semanas pelo país. Tocou em faculdades, auditórios pequenos e clubes de rock, de Nashville ao Canadá . Na Grã-Bretanha, três turnês de Jamie com lotação esgotada foram assunto do programa ´The South Bank Show´, em rede nacional. Ainda tocou no Glastonbury Festival, coisa que há muito desejava.
Jamie esperava mesmo que esta platéia fosse notá-lo, mesmo que nunca tivessem ouvido jazz. ´Me surpreendi com a maneira pela qual as pessoas abraçaram o jazz. Sempre tive a intenção de apresentá-lo e produzi-lo de modo a cativá-los´, explica. ´O que eu gosto de fazer em música é misturar estilos e, felizmente, eu os combino com estilos que soam familiar às pessoas. Eu adoro música pop, então misturo jazz e música pop. Não para torná-la mais acessível, mas porque eu gosto de música. Acho que lido com ela de um jeito que as pessoas acham mais interessante.´
Uma das melhores conseqüências do sucesso foi a chance que Jamie teve de conhecer seus ídolos. De ícones do jazz como Dave Brubeck a Thom Yorke. Um destaque em particular foi conhecer o mega-produtor Pharrell Williams no show do The Brits.
O novo álbum de Jamie, Catching Tales, é um disco de tirar o fôlego, que mostra a segurança conquistada nos últimos tempos. ´O álbum representa melhor o que sou e o que quero como músico´, diz Jamie. ´Queria que a música falasse por si dessa vez, em vez de ter que explicá-la. Essa mistura do jazz com o pop parece que vai progredir bem. Quando era mais jovem, fazia isso tocando músicas melosas com guitarra acústica. Agora, aprendi a integrar melhor isso´, reflete Jamie. ´No começo, achei que certas músicas não cabiam no formato jazzy, mas depois percebi que sim. Reafirmo minha crença de que o jazz dá a base para você fazer o que quiser. As pessoas me perguntam por que toco jazz: é porque podemos combiná-lo com diferentes elementos. Ele aceita a dance music, o rock, música pop, a clássica, funk, tudo. E eu mexo com tudo isso nesse disco.´
Junto com a cover da música ´Catch The Sun´ dos Doves, Jamie combina várias músicas tradicionais do jazz com canções escritas por ele. ´Compus mais desta vez porque tinha tempo e a platéia que queria´, pondera ele. ´Também cantei músicas tradicionais, mas quando fiz Twentysomething, pouca gente fazia isso. ´
Desta vez, Cullum estreou também novas parcerias. Na faixa ´Get Your Way´, trabalhou com o famoso DJ de hip-hop Dan The Automator, do grupo Gorillaz. Já Ben, seu irmão, tocou baixo elétrico em muitas das faixas e colaborou muito com o seu bom-senso durante as gravações. ´Ele é o melhor diapasão que há´, confirma Jamie. ´Eu levantava de manhã, ia para o meu estúdio, sentava lá ainda com a roupa de dormir e passava toda a tarde lá. Aí ele chegava, me mandava trocar de roupa, fazia um chá, deitava no chão para ouvir o que eu tinha feito e me dava sua opinião sincera. Esse disco não existiria sem ele.´
Além disso, Catching Tales apresenta o cantor/compositor Ed Harcourt, que colaborou numa das faixas prediletas de Jamie, ´Back To The Ground´. ´É uma música típica de turnê que fala sobre voltar pra casa e se readaptar à vida´, recorda Jamie. ´Enxugamos, literalmente, uma garrafa de vinho enquanto tocamos esse blues. Ele foi uma inspiração tão grande que esse impacto perdurou muito além daquela música. Quero, com certeza, continuar trabalhando com ele.´
Movido pelo grande entusiasmo de Jamie de começar de novo, Catching Tales marca o fim de dois anos malucos e o começo de um novo capítulo da extraordinária vida de Jamie Cullum.´É um grande salto e uma grande evolução em muitos sentidos´, pondera ele. ´Cresci muito e acho que há um elo com o passado, assim como há um novo lado meu nesse disco. É uma mistura de todas essas coisas e um resumo verdadeiro do que eu sou. Não penso em números ou nas vendas mais do que pensei nos outros, só quero a chance de mostra o disco para as pessoas. Sinto tanto orgulho dele! Preciso apenas disso, agora.´"
www.dropmusic.com.br
Toca e canta como gente grande...ele só tem 30 anos!
Abaixo um pouco de sua biografia e alguns vídeos que nem eu conhecia!
Espero que vocês curtam!
Beijos
"Seu carisma e desenvoltura no palco são surpreendentes. Suas apresentações ao vivo têm um toque performático, com Cullum batucando e martelando o seu piano, dando um ar arrojado e rebelde ao seu show. Seu disco Twentysomenthing vendeu mais de 2 milhões de cópias no mundo inteiro, tornando-se um dos álbuns de estréia mais bem sucedidos da história do gênero. No Brasil ele também é sucesso, e uma de suas canções, ´Mind Trick´, estava na trilha sonora da novela ´Belíssima´.
Nascido em Essex e criado em Wiltshire (Inglaterra), Cullum sempre foi obcecado desde a infância por todos os estilos de música, mas descobriu o jazz durante a adolescência e ficou fascinado na primeira vez que ouviu Miles Davis. Quando foi para a faculdade, Jamie trabalhava como cantor-pianista em pubs, hotéis, cruzeiros marítimos, e em qualquer outro lugar onde fosse contratado. Com um empréstimo estudantil, gravou seu primeiro álbum, que ele mesmo vendia nos locais onde se apresentava.
Jamie mudou-se para Londres e a Candid, um selo especializado em jazz, lançou seu segundo álbum, Pointless Nostalgic, agitando os círculos de jazz londrinos. Jamie seguia fazendo shows em todos os lugares possíveis até que a Universal Classics and Jazz foi conferir a movimentação em torno de seu nome. Pouco depois, assinou com Jamie um contrato de um milhão de libras, em abril de 2003.
Mesmo assim, ninguém poderia ter previsto que Twentysomething, (lançado em outubro de 2003) chegaria tão longe. Derrubando as barreiras entre o pop e o jazz, o álbum misturou arranjos tipicamente jazzísticos com algumas composições de Jamie, além de surpreendentes releituras para Jimi Hendrix e Jeff Buckley. Em poucos meses, dois milhões e meio de discos haviam sido vendidos, fazendo de Twentysomething o álbum de jazz que vendeu mais rapidamente na história da Grã-Bretanha, além de fazer o próprio Jamie o cantor de jazz mais vendido no reino.
Logo depois vieram os Estados Unidos. Jamie tocou por três semanas em um famoso local tradicional de jazz em Nova York e saiu numa turnê de seis semanas pelo país. Tocou em faculdades, auditórios pequenos e clubes de rock, de Nashville ao Canadá . Na Grã-Bretanha, três turnês de Jamie com lotação esgotada foram assunto do programa ´The South Bank Show´, em rede nacional. Ainda tocou no Glastonbury Festival, coisa que há muito desejava.
Jamie esperava mesmo que esta platéia fosse notá-lo, mesmo que nunca tivessem ouvido jazz. ´Me surpreendi com a maneira pela qual as pessoas abraçaram o jazz. Sempre tive a intenção de apresentá-lo e produzi-lo de modo a cativá-los´, explica. ´O que eu gosto de fazer em música é misturar estilos e, felizmente, eu os combino com estilos que soam familiar às pessoas. Eu adoro música pop, então misturo jazz e música pop. Não para torná-la mais acessível, mas porque eu gosto de música. Acho que lido com ela de um jeito que as pessoas acham mais interessante.´
Uma das melhores conseqüências do sucesso foi a chance que Jamie teve de conhecer seus ídolos. De ícones do jazz como Dave Brubeck a Thom Yorke. Um destaque em particular foi conhecer o mega-produtor Pharrell Williams no show do The Brits.
O novo álbum de Jamie, Catching Tales, é um disco de tirar o fôlego, que mostra a segurança conquistada nos últimos tempos. ´O álbum representa melhor o que sou e o que quero como músico´, diz Jamie. ´Queria que a música falasse por si dessa vez, em vez de ter que explicá-la. Essa mistura do jazz com o pop parece que vai progredir bem. Quando era mais jovem, fazia isso tocando músicas melosas com guitarra acústica. Agora, aprendi a integrar melhor isso´, reflete Jamie. ´No começo, achei que certas músicas não cabiam no formato jazzy, mas depois percebi que sim. Reafirmo minha crença de que o jazz dá a base para você fazer o que quiser. As pessoas me perguntam por que toco jazz: é porque podemos combiná-lo com diferentes elementos. Ele aceita a dance music, o rock, música pop, a clássica, funk, tudo. E eu mexo com tudo isso nesse disco.´
Junto com a cover da música ´Catch The Sun´ dos Doves, Jamie combina várias músicas tradicionais do jazz com canções escritas por ele. ´Compus mais desta vez porque tinha tempo e a platéia que queria´, pondera ele. ´Também cantei músicas tradicionais, mas quando fiz Twentysomething, pouca gente fazia isso. ´
Desta vez, Cullum estreou também novas parcerias. Na faixa ´Get Your Way´, trabalhou com o famoso DJ de hip-hop Dan The Automator, do grupo Gorillaz. Já Ben, seu irmão, tocou baixo elétrico em muitas das faixas e colaborou muito com o seu bom-senso durante as gravações. ´Ele é o melhor diapasão que há´, confirma Jamie. ´Eu levantava de manhã, ia para o meu estúdio, sentava lá ainda com a roupa de dormir e passava toda a tarde lá. Aí ele chegava, me mandava trocar de roupa, fazia um chá, deitava no chão para ouvir o que eu tinha feito e me dava sua opinião sincera. Esse disco não existiria sem ele.´
Além disso, Catching Tales apresenta o cantor/compositor Ed Harcourt, que colaborou numa das faixas prediletas de Jamie, ´Back To The Ground´. ´É uma música típica de turnê que fala sobre voltar pra casa e se readaptar à vida´, recorda Jamie. ´Enxugamos, literalmente, uma garrafa de vinho enquanto tocamos esse blues. Ele foi uma inspiração tão grande que esse impacto perdurou muito além daquela música. Quero, com certeza, continuar trabalhando com ele.´
Movido pelo grande entusiasmo de Jamie de começar de novo, Catching Tales marca o fim de dois anos malucos e o começo de um novo capítulo da extraordinária vida de Jamie Cullum.´É um grande salto e uma grande evolução em muitos sentidos´, pondera ele. ´Cresci muito e acho que há um elo com o passado, assim como há um novo lado meu nesse disco. É uma mistura de todas essas coisas e um resumo verdadeiro do que eu sou. Não penso em números ou nas vendas mais do que pensei nos outros, só quero a chance de mostra o disco para as pessoas. Sinto tanto orgulho dele! Preciso apenas disso, agora.´"
www.dropmusic.com.br
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Legião Urbana - Há Tempos
Parece cocaína mas é só tristeza, talvez tua cidade.
Muitos temores nascem do cansaço e da solidão
E o descompasso e o desperdício herdeiros são
Agora da virtude que perdemos.
Há tempos tive um sonho, não me lembro
não me lembro...
Tua tristeza é tão exata
E hoje o dia é tão bonito
Já estamos acostumados
A não termos mais nem isso.
Os sonhos vêm e os sonhos vão
O resto é imperfeito.
Disseste que se tua voz tivesse força igual
À imensa dor que sentes
Teu grito acordaria
Não só a tua casa
Mas a vizinhança inteira.
E há tempos nem os santos têm ao certo
A medida da maldade
Há tempos são os jovens que adoecem
Há tempos o encanto está ausente
E há ferrugem nos sorrisos
E só o acaso estende os braços
A quem procura abrigo e proteção.
Meu amor, disciplina é liberdade
Compaixão é fortaleza
Ter bondade é ter coragem
Lá em casa tem um poço
mas a água é muito limpa.
sábado, 7 de agosto de 2010
CAETANO...ALGUMA COISA ACONTECE NO MEU CORAÇÃO

Hoje Caetano faz 68 anos!
Como o tempo passa...
Caetano faz parte da minha vida desde de sempre!
Houve uma época em que fui musicalmente apaixonada por ele, vivia Caetano 24 horas.
Suas letras, suas canções, como fizeram a minha cabeça!
Cada cd que ele lançava mudava algo em mim...
Hoje em dia, ao meu ver, ele ficou um pouco chato! Ou será que a chata sou eu?!
De qualquer forma não há como não reverenciá-lo!
Parabéns Cae!!!
Que Deus te dê muitos anos de vida, de música e poesia...
Obrigada por tudo de bom que você trouxe para minha vida!!!
Tão bonitinha.....
E
TEM
MUITO
MAIS..............
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