Criei esse blog pela necessidade que tenho de "dividir" as músicas, as poesias e outras maluquices que ficam zigue-zagueando na minha cabeça! Sempre digo que o que é belo tem que ser compartilhado. Fiquem à vontade se quiserem comentar,eu vou adorar, mas não se sintam na obrigação disso! Beijos e carinhos em todos!!!
terça-feira, 24 de setembro de 2013
FELICIDADE
Existem canções que dispensam comentários...
Essa é uma delas!
Tão simples e nos diz tanto.
Essa é uma delas!
Tão simples e nos diz tanto.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Despir-se do medo de amar,
Abadonar os olhares frios,
Banhar-se das desconfianças,
E permitir-se desabrochar no abraço longo
Desnudado e quente,
De um outro coração que ama...
Sentir o doce perfume do encontro,
Aquele momento infinito sem palavras,
Onde apenas as batidas dos corações acontecem,
E num segundo,
Já batem em sintonia
A mesma canção...
Despir-se do medo de amar
É soltar as amarras,
Daquilo que carregamos como nosso por tanto tempo,
Mas em verdade nunca foi,
Era emprestado da ilusão do "não poder",
Era uma mentira que contávamos para nós mesmos
Dia após dia,
E de tanto contar,
Acreditamos,
E por nos deixarmos enganar,
Assim, deixamos escapar a luz por entre os dedos,
E nos fechamos ao perfume da alma
Que encolhida, espera,
Até que novamente o sol nasça
E o calor do Amor a aqueça...
Despir-se do medo de amar
É fazer as pazes com a Vida,
É dizer um SIM sem medida,
É acolher nos braços, nos olhos,
No corpo e na alma
O mundo inteiro,
O Universo,
Cada ser, cada canção, cada poesia
Cada momento
Com tamanha naturalidade,
Simplicidade,
Que tudo é totalmente a gente mesmo,
Não existe mais estranheza,
Nem certeza,
Só Amor,
Para recomeçar..
Abadonar os olhares frios,
Banhar-se das desconfianças,
E permitir-se desabrochar no abraço longo
Desnudado e quente,
De um outro coração que ama...
Sentir o doce perfume do encontro,
Aquele momento infinito sem palavras,
Onde apenas as batidas dos corações acontecem,
E num segundo,
Já batem em sintonia
A mesma canção...
Despir-se do medo de amar
É soltar as amarras,
Daquilo que carregamos como nosso por tanto tempo,
Mas em verdade nunca foi,
Era emprestado da ilusão do "não poder",
Era uma mentira que contávamos para nós mesmos
Dia após dia,
E de tanto contar,
Acreditamos,
E por nos deixarmos enganar,
Assim, deixamos escapar a luz por entre os dedos,
E nos fechamos ao perfume da alma
Que encolhida, espera,
Até que novamente o sol nasça
E o calor do Amor a aqueça...
Despir-se do medo de amar
É fazer as pazes com a Vida,
É dizer um SIM sem medida,
É acolher nos braços, nos olhos,
No corpo e na alma
O mundo inteiro,
O Universo,
Cada ser, cada canção, cada poesia
Cada momento
Com tamanha naturalidade,
Simplicidade,
Que tudo é totalmente a gente mesmo,
Não existe mais estranheza,
Nem certeza,
Só Amor,
Para recomeçar..
domingo, 15 de setembro de 2013
Todo amor
Todo amor dorme
Numa caixa, numa gaveta, numa sala escura
Que às vezes visito
Como hoje num sonho
Como deneuve entre os pombos
A abençoar seus queridos
E o tempo, senhor dos enganos
Apaga os momentos sofridos
E aqui te traz vez por outra
A passar umas horas comigo
Ficamos nós dois entre sonhos
De amores novos e antigos
Te beijo no escuro silêncio da sala
Que às vezes visito
Todo amor dorme
Numa caixa, numa gaveta, numa sala escura
Que às vezes visito
Como hoje num sonho
Como deneuve entre os pombos
A abençoar seus queridos
E o tempo, senhor dos enganos
Apaga os momentos sofridos
E aqui te traz vez por outra
A passar umas horas comigo
Ficamos nós dois entre sonhos
De amores novos e antigos
Te beijo no escuro silêncio da sala
Que às vezes visito
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Um songo
"Aquele homem falava com as árvores e com as águas
ao jeito que namorasse.
Todos os dias
ele arrumava as tardes para os lírios dormirem.
Usava um velho regador para molhar todas as
manhãs os rios e as árvores da beira.
Dizia que era abençoado pelas rãs e pelos
pássaros.
A gente acreditava por alto.
Assistira certa vez um caracol vegetar-se
na pedra.
mas não levou susto.
Porque estudara antes sobre os fósseis lingüísticos
e nesses estudos encontrou muitas vezes caracóis
vegetados em pedras.
Era muito encontrável isso naquele tempo.
Ate pedra criava rabo!
A natureza era inocente."
Manoel de Barros
ao jeito que namorasse.
Todos os dias
ele arrumava as tardes para os lírios dormirem.
Usava um velho regador para molhar todas as
manhãs os rios e as árvores da beira.
Dizia que era abençoado pelas rãs e pelos
pássaros.
A gente acreditava por alto.
Assistira certa vez um caracol vegetar-se
na pedra.
mas não levou susto.
Porque estudara antes sobre os fósseis lingüísticos
e nesses estudos encontrou muitas vezes caracóis
vegetados em pedras.
Era muito encontrável isso naquele tempo.
Ate pedra criava rabo!
A natureza era inocente."
Manoel de Barros
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