Criei esse blog pela necessidade que tenho de "dividir" as músicas, as poesias e outras maluquices que ficam zigue-zagueando na minha cabeça! Sempre digo que o que é belo tem que ser compartilhado. Fiquem à vontade se quiserem comentar,eu vou adorar, mas não se sintam na obrigação disso! Beijos e carinhos em todos!!!
quinta-feira, 12 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Ô Ô Ô Ô Ô my brother
Eu adoro essa música!
Quando a ouvi pela primeira vez fiquei encantada com a "sacada" da letra...
Enquanto estava em Copacabana, um lugar "feito" para Inglês ver, só me lembrava dessa música, que é a realidade do povo carioca!
A "princesinha do mar" é para muito poucos...mas é linda!!!!
"Da minhoca de metal que corta as ruas
Da minhoca de metal
É... como um concorde apressado cheio de força
Que voa, voa mais pesado que o ar
E o avião, o avião, o avião do trabalhador"
Ô Ô Ô Ô Ô my brother
É...
A ideia lá comia solta
Subia a manga amarrotada social
No calor alumínio nem caneta nem papel
Uma ideia fugia
Era o rodo cotidiano
Espaço é curto quase um curral
Na mochila amassada uma quentinha abafada
Meu troco é pouco, é quase nada
Ô Ô Ô Ô Ô my brother
Não se anda por onde gosta
Mas por aqui não tem jeito, todo mundo se encosta
Ela some é lá no ralo de gente
Ela é linda mas não tem nome
É comum e é normal
Sou mais um no Brasil da Central
Da minhoca de metal que corta as ruas
Da minhoca de metal
É... como um concorde apressado cheio de força
Que voa, voa mais pesado que o ar
E o avião, o avião, o avião do trabalhador
Ô Ô Ô Ô Ô my brother
É... espaço é curto quase um curral
Na mochila amassada uma vidinha abafada
Meu troco é pouco, é quase nada
Não se anda por onde gosta
Mas por aqui não tem jeito, todo mundo se encosta
Ela some é lá no ralo de gente
Ela é linda mas não tem nome
É comum e é normal
Sou mais um no Brasil da Central
Da minhoca de metal que entorta as ruas
Da minhoca de metal que entorta as ruas
Como um Concorde apressado cheio de força
Voa, voa mais pesado que o ar
E o avião, o avião, o avião do trabalhador
Ô Ô Ô Ô Ô my brother
Quando a ouvi pela primeira vez fiquei encantada com a "sacada" da letra...
Enquanto estava em Copacabana, um lugar "feito" para Inglês ver, só me lembrava dessa música, que é a realidade do povo carioca!
A "princesinha do mar" é para muito poucos...mas é linda!!!!
"Da minhoca de metal que corta as ruas
Da minhoca de metal
É... como um concorde apressado cheio de força
Que voa, voa mais pesado que o ar
E o avião, o avião, o avião do trabalhador"
Ô Ô Ô Ô Ô my brother
É...
A ideia lá comia solta
Subia a manga amarrotada social
No calor alumínio nem caneta nem papel
Uma ideia fugia
Era o rodo cotidiano
Espaço é curto quase um curral
Na mochila amassada uma quentinha abafada
Meu troco é pouco, é quase nada
Ô Ô Ô Ô Ô my brother
Não se anda por onde gosta
Mas por aqui não tem jeito, todo mundo se encosta
Ela some é lá no ralo de gente
Ela é linda mas não tem nome
É comum e é normal
Sou mais um no Brasil da Central
Da minhoca de metal que corta as ruas
Da minhoca de metal
É... como um concorde apressado cheio de força
Que voa, voa mais pesado que o ar
E o avião, o avião, o avião do trabalhador
Ô Ô Ô Ô Ô my brother
É... espaço é curto quase um curral
Na mochila amassada uma vidinha abafada
Meu troco é pouco, é quase nada
Não se anda por onde gosta
Mas por aqui não tem jeito, todo mundo se encosta
Ela some é lá no ralo de gente
Ela é linda mas não tem nome
É comum e é normal
Sou mais um no Brasil da Central
Da minhoca de metal que entorta as ruas
Da minhoca de metal que entorta as ruas
Como um Concorde apressado cheio de força
Voa, voa mais pesado que o ar
E o avião, o avião, o avião do trabalhador
Ô Ô Ô Ô Ô my brother
quarta-feira, 4 de julho de 2012
O SAL DA TERRA
"Deixa nascer, o amor
Deixa fluir, o amor
Deixa crescer, o amor
Deixa viver, o amor
O sal da terra"
Deixa fluir, o amor
Deixa crescer, o amor
Deixa viver, o amor
O sal da terra"
Aos meus amados amigos!!!
Amizade é desejar o bem, orientar caminhos comemorar alegrias, vitórias.
Amizade é tirar um tempo pra ouvir,pra compreender, e aconselhar. Não aquilo que o outro quer ouvir, mas aquilo que ele precisa ouvir.
Amizade é aceitar defeitos, suportar manias e esquisitices, e ainda assim aproveitar o melhor do outro.
Amizade é quando o silêncio não é constrangedor, e apenas traz paz.
Amizade é partilhar histórias de vida, momentos engraçados, momentos de dor, momentos que marcaram. Pequenos nadas inesquecíveis.
Amizade é guardar segredos, é conhecer os pontos fracos e fracos.
Amizade é segurar a mão e enfrentar, tomar a dor do outro, apoiar.
Amizade é se sentir a vontade pra ser o que realmente se é, se sentir a vontade pra se soltar, amizade é quando nenhum assunto é proibido, nenhum revelação causa espanto.
Amizade é não concordar com tudo, ter uma visão diferente das coisas, e ainda assim não julgar o outro. Amizade é quando o tempo não passa, é conversar horas a fio sobre os mais diversos e banais assuntos.
Coisas pequenas, mas que se tornam grandes diante de dois amigos.
Amizade é perceber olhares, sinais, toques ou um simples gesto. Amizade é quando sabemos quando um amigo esta triste, ainda que ele carregue um sorriso no rosto.
Amizade é cuidar as palavras pra não ferir, é dizer as coisas de modo a não afetar.
Amizade também por vezes é desentendimento. Pequenas disconcordancia.
Mas amizade é acima de tudo, perdão, recomeço, esquecimento do erro. Uma pequena briga, e horas depois risos, abraços. Já foi tudo esquecido e perdoado.
Não definimos os amigos pela sua quantidade, mas pela sua qualidade, pelo amor e dedicação diária que eles nos oferecem.
Amizades, algumas delas nos marcam pelo tempo, outras apenas pela sua intensidade.
Imelda Sitole
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Adoro os textos da Martha Medeiros!
Quem nunca teve uma dor de amor que atire a primeira pedra...
"Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a
sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,já que ainda
estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos
colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar de novo.
(Martha Medeiros)
quinta-feira, 28 de junho de 2012
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